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Sousa ganhará Farmácia Viva com o apoio de projeto do IFPB

Campi

Projeto piloto construiu canteiros medicinais em unidades de Saúde.

Por Thiago Cavalcante
Publicado: 12 de Setembro de 2019 às 15:33
Última modificação: 12 de Setembro de 2019 às 15:33

Sousa, no alto sertão da Paraíba, foi a única cidade do estado a ter um projeto aprovado de apoio à assistência farmacêutica em plantas medicinais e fitoterápicos. O edital deste ano, do Ministério da Saúde, teve inscrições de outras dez cidades paraibanas. O resultado final da avaliação das propostas nacionais aconteceu no fim do mês passado. Com isso, a cidade sertaneja vai receber uma Farmácia Viva.

A submissão aconteceu após a realização de um projeto de extensão do IFPB Campus Sousa, que instalou canteiros de plantas medicinais em unidades públicas de saúde da cidade. O projeto aconteceu entre o ano passado e o mês de fevereiro deste ano, em parceria com a Pastoral da Saúde da Paróquia de Santana da Igreja Católica de Sousa (PB). A Prefeitura utilizou as experiências com o projeto para elaborar a proposta. "A prefeitura, através da secretaria da Saúde, entra como parceira social e pode ser uma oportunidade para o estágio e capacitação dos nossos estudantes e profissionais", destacou a professora Lúcia Mara Figueiredo, coordenadora do projeto de extensão dos canteiros.

No contexto da Política Nacional de Assistência Farmacêutica e do SUS, a Farmácia Viva compreende “todas as etapas, desde o cultivo, a coleta, o processamento, o armazenamento de plantas medicinais, a manipulação e a dispensação de preparações magistrais e oficinais de plantas medicinais e fitoterápicos”. Em virtude de a maioria dos programas de fitoterapia no Brasil adotarem esse modelo, o Ministério da Saúde instituiu no SUS, em abril de 2010, a Farmácia Viva.

De acordo com o edital da seleção, o projeto a ser apoiado pelo Ministério da Saúde terá vigência máxima de 36 meses, contados a partir da data de repasse dos recursos. A Política e o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF) têm por objetivo garantir à população brasileira o acesso seguro e o uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos, promovendo o uso sustentável da biodiversidade, o desenvolvimento da cadeia produtiva e da indústria nacional.

 

por Clébio Melo - Assessoria de Comunicação do IFPB/Sousa, com informações do Ministério da Saúde

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